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Médico julgado por homicídio negligente após morte de doente com enfarte

Mulher morreu de enfarte que médico não diagnosticou.

Começou a ser julgado um médico acusado de homicídio por negligência na assistência de uma mulher de 69 anos que morreu de enfarte depois de ter tido alta na urgência do Hospital de Mirandela. O arguido recusou prestar declarações na primeira sessão do julgamento, que acontece seis anos depois da morte.

A acusação do Ministério Público corrobora a versão da família da mulher que acabaria por morrer das lesões provocadas pelo enfarte de que foi vítima sem ter tido a assistência adequada por parte do médico que a recebeu na urgência do hospital de Mirandela.

De acordo com a acusação, o médico “deveria ter considerado o enfarte agudo de miocárdio como primeira hipótese de diagnóstico e ter solicitado exames adequados para avaliação e tratamento.

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    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

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    Rui Correia