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Morte de Jorge Coelho. Velório e homenagens decorrem esta sexta-feira na Basílica da Estrela

No sábado a cerimónia fúnebre segue para Contenças, terra natal em Mangualde.

A Basílica da Estrela, em Lisboa, acolhe na sexta-feira o velório e as homenagens a Jorge Coelho. A morte do antigo ministro provocou várias reações de elogio e de evocação na classe política dirigente.

Marcelo Rebelo de Sousa classifica a morte como dramática e destaca Jorge Coelho como uma das mais destacadas personalidades da vida pública portuguesa nas décadas de 80 e 90 e no início deste século.

Para o Presidente da República, o antigo ministro tinha grande intuição, espírito combativo, perspicácia política, afabilidade pessoal e sentido de humor.

Para António Costa, “poucos foram os q conseguiram exprimir tao bem a alma dos socialistas” como Jorge Coelho. O primeiro-ministro recorda a força e capacidade de ação, mas também a “palavra de serenidade e bom senso nos momentos de maior exaltação”.

Rui Rio lamenta o súbito desaparecimento de uma pessoa afável e de excelente trato, com quem tinha uma agradável relação pessoal. O presidente do CDS sustenta que Jorge Coelho tinha uma forma rara de estar na política, aberta ao diálogo e ao debate leal e que procurava convergências acima das diferenças.

O corpo de Jorge Coelho estará ao final do dia desta sexta feira na Basílica da Estrela em Lisboa para velório. Sábado, depois da missa matinal, a cerimónia fúnebre segue para Contenças, terra natal em Mangualde.