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O adeus a Jorge Coelho, o homem que foi “referência, guia e companheiro”

“Tanto era amigo do presidente da ONU como do mais humilde dos pastores.”

Amigos e família despediram-se este sábado de Jorge Coelho. Primeiro numa missa em Lisboa, depois numa cerimónia pelas ruas de Mangualde, terra natal do ex-ministro. António Costa sublinhou a referência e guia que foi o histórico dirigente socialista.

Antes do enterro, momento reservado à família, a câmara da cidade organizou uma homenagem pública, com um minuto de silêncio, e que juntou vários amigos.

“Era uma pessoa irrepetível. Tanto era amigo do presidente da ONU como do mais humilde dos pastores. Tanto entrava num salão, como pisava um prado. Essa transversalidade, essa forma espontânea, genuína e autêntica que suscitava a maior admiração das pessoas de todos os quadrantes sociais” lembrou Elísio Fernandes, presidente da Câmara de Mangualde.

O adeus a Jorge Coelho começou na manhã deste sábado com uma missa na Basílica da Estrela, em Lisboa, onde esteve o primeiro-ministro.

"Estamos todos ainda profundamente emocionados, e estaremos para sempre (…) foi referência, guia, companheiro, em momentos sucessivos da vida do PS", afirmou António Costa.

Jorge Coelho morreu na quarta-feira, de ataque cardíaco, aos 66 anos.

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