País

Ajuntamento de 100 pessoas na Cova da Moura acabou em troca de tiros com a polícia

Lisboa vista a partir do bairro da Cova da Moura

Rafael Marchante / Reuters

Autores dos disparos fugiram. PJ já está a investigar.

A presença de uma centena de pessoas na rua, num contexto de festa, pelas 02:30 deste domingo, no bairro da Cova da Moura, na Amadora, distrito de Lisboa, acabou numa troca de tiros com a polícia, disse a PSP.

"Não há feridos, não há danos materiais", indicou à Lusa fonte do Comando Metropolitano de Lisboa da Polícia de Segurança Pública (PSP), referindo que não foi possível identificar e deter ninguém, porque se "esconderam dentro do bairro".

Após ter recebido várias denúncias, sobretudo devido ao ruído, a polícia deslocou-se ao bairro e tentou dispersar o grupo de "uma centena de pessoas na rua".

"Estavam num contexto de festa e, por causa das normas da covid-19, fomos ao local no sentido de a fazer cessar", referiu a PSP, adiantando que a maioria das pessoas dispersou da rua, mas "houve um pequeno grupo que ao se afastar promoveu alguns disparos contra a polícia".

Neste âmbito, a PSP também fez "alguns disparos", no sentido de proteger a restante população e os próprios polícias, para garantir a ordem pública.

Sobre os autores dos disparos contra a polícia, não foi possível proceder à sua identificação, uma vez que se colocaram "em fuga para interior do bairro".

Por ter envolvido armas de fogo, a investigação desta ocorrência no bairro da Cova da Moura passou para a alçada da Polícia Judiciária, informou a PSP.

  • Confidentes de alunos e cúmplices de professores: o braço contínuo

    País

    Chamam-lhes “funcionários” porque funcionam. A expressão até parece sugerir que eles são os únicos que “funcionam”, dentro de uma escola. Acalmem-se os tolos. Significa apenas que os “assistentes operacionais”, ou “auxiliares de ação educativa”, títulos mais pomposos do que “contínuos” – expressão que estimo muito - são pau para toda a colher.

    Opinião

    Rui Correia

  • O planeta em que todos vivemos

    Futuro Hoje

    O Planeta Lourenço terá que ser ainda mais simples e eficaz na mensagem. É um risco. Frequentemente, quando me mostram aparelhos ou programas as coisas falham, é o que chamo de síndrome da demonstração. Mas isto acontece na vida real, é assim que vamos fazer.

    Opinião

    Lourenço Medeiros