País

Comerciantes do centro de Aveiro otimistas neste primeiro mês de portas abertas no retalho

Sérgio Campos

Sérgio Campos

Repórter de Imagem

Negócios não estão a correr mal mas há receios quanto ao futuro.

Ao fim de um mês de porta aberta, as lojas de roupa e calçado do centro de Aveiro dizem que o negócio até nem está a correr mal. Mas, os comerciantes temem o futuro dos negócios, com a expectável perda do poder de compra.

Abriram ao postigo há um mês. Atendem ao balcão há apenas 10 dias.

Nas lojas do centro de Aveiro, as expectativas para este primeiro mês de porta aberta, eram baixas e talvez por isso tenham sido superadas.

Perderam negócio no Natal e escapou-lhes toda a época de saldos. Um problema para as lojas de roupa e de calçado que agora acumulam stocks.

Abrir portas a poucos dias da Páscoa ajudou a trazer algum alívio financeiro.

Estas lojas têm portas para a Lourenço Peixinho. A principal avenida de Aveiro está em obras há vários meses, e a renovação também não está a ajudar os comerciantes.

E, olhando para a frente, receiam a incerteza dos próximos meses.

No imediato, esperam que as próximas semanas não tragam novo encerramento de portas.

E que os próximos meses voltem a trazer gente para encher ruas e lojas.

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