País

Ministra reconhece que não antecipou polémica sobre residência para filhos de funcionários públicos 

Alexandra Leitão assume erros na comunicação. 

A ministra da Modernização do Estado e Administração Pública admite que não antecipou a polémica em torno da residência universitária para filhos de funcionários públicos carenciados.

Ainda assim, rejeita que o Estado esteja a promover situações de discriminação.

À SIC, Alexandra Leitão explica que o edifício não pode receber filhos de trabalhadores privados porque faz parte dos Serviços Sociais da Administração Pública.

A nova residência universitária deverá funcionar na zona das Olaias, em Lisboa, e à partida terá 47 camas disponíveis. Destinam-se a filhos de funcionários públicos que venham estudar para Lisboa e que vivam em situação de carência. Terão de pagar um valor, que será calculado em função do rendimento do agregado familiar.

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