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Álvaro Amaro não vai a julgamento por fraude e prevaricação

Paulo Gabriel

Paulo Gabriel

Repórter de Imagem

A decisão instrutória foi lida esta manhã no Tribunal da Guarda. O juiz de instrução também não pronunciou os outros seis arguidos.

O eurodeputado Álvaro Amaro, o atual presidente da Câmara da Guarda, o vice-presidente e ainda duas funcionárias da autarquia não vão a julgamento por fraude e prevaricação. A decisão instrutória foi lida esta manhã no Tribunal da Guarda que não pronunciou os seis arguidos.

Em causa estava o financiamento perversamente ilegal de uma festa de Carnaval em 2014 com recurso à contração de uma cooperativa de teatro, "Aquilo". O juiz de instrução considerou que não havia prova indiciária concreta e suficiente.

Chegou-se aqui na sequência de uma denúncia anónima que acusava o executivo, então liderado por Álvaro Amaro, de ter delineado um esquema para obter pouco mais de 50.000 euros de fundos comunitários que pagassem os festejos de carnaval de 2014.

Como a autarquia não o podia fazer isoladamente, recorreu ao grupo de “Teatro Aquilo “ por ajuste direto num procedimento que o juiz classificou de mal conduzido, mas sem prova indiciária concreta que sustentassem a prática de crimes.

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