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Trânsito cortado na Segunda Circular esta noite para obras

Câmara de Lisboa diz que o desvio será pelo ramo de saída do Campo Grande.

A circulação ao trânsito na Segunda Circular, em Lisboa, está encerrada desde as 21:00 desta quinta-feira para trabalhos de reparação do pavimento rodoviário e na junta de dilatação do viaduto do Campo Grande, informou o município.

Em comunicado, a Câmara de Lisboa adianta que o trânsito vai estar cortado, até às 06:00 de sexta-feira, no sentido Sul-Norte (Benfica-Aeroporto), "entre o ramo de saída para o Campo Grande e o ramo de entrada do Campo Grande e da Rua Odette de Saint-Maurice".

"O desvio far-se-á pelo ramo de saída do Campo Grande", adianta.

A autarquia lembra ainda que, "durante o desenvolvimento dos trabalhos, permanecerá cortado o acesso à Segunda Circular proveniente da Avenida Padre Cruz, pelo que o desvio de todo o trânsito afluente será pelo Campo Grande, retomando a Segunda Circular junto à Universidade Lusófona e ao Hotel Radisson".

Repavimentação da Segunda Circular

Em 9 de abril de 2020, a Câmara de Lisboa aprovou a adjudicação da repavimentação da Segunda Circular por cerca de 4,5 milhões de euros, anunciando o envio do contrato para o Tribunal de Contas para receber o visto prévio necessário para o início das obras.

Em comunicado, o executivo da capital adiantou que a proposta de adjudicação da obra, que tem um prazo previsto de dez meses, foi aprovada apenas com uma abstenção, da vereadora eleita pelo PSD Teresa Leal Coelho.

A Câmara de Lisboa reiterou ainda que, conforme já tinha sido anunciado, as obras irão decorrer entre as 21:00 e as 06:00, exceto aos fins de semana e durante o mês de agosto, períodos em que os trabalhos serão executados durante 24 horas.

De acordo com o caderno de encargos da obra, a empreitada consiste na "renovação da camada betuminosa superficial do pavimento existente, evitando-se operações mais intrusivas e onerosas, que os projetos futuros para a Segunda Circular desaconselham".

No caderno de encargos estabelece-se ainda que não é admissível o corte total à circulação viária e que, no final de cada dia de trabalho (às 06:00) é reposta a circulação nos dois sentidos, "sem quaisquer obstáculos".

Em dezembro passado, o presidente da Câmara de Lisboa, Fernando Medina (PS), justificou a realização da empreitada com "o estado da via", considerando que "não era possível esperar mais".

Segundo o autarca, a empreitada não representará uma mudança face ao que existe, consistindo em obras de manutenção para pavimentação, pinturas e iluminação pública.