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Incêndio no Algarve. Autarquias de Portimão e Monchique vão disponibilizar fundos de emergência

Os municípios pretendem evitar que as pessoas afetadas pelo fogo abandonem a atividade.

As Câmaras Municipais de Monchique e Portimão preparam-se para avançar com fundos de emergência para apoiar de imediato as vítimas do incêndio que afetou a região no passado fim de semana. O fogo, que terá começado junto a um acampamento irregular de uma comunidade estrangeira, devorou cerca de dois mil hectares, sobretudo mato e floresta.

O alarme soou à hora de almoço de sábado. Um curto-circuito numa puxada de luz é uma das hipóteses que está a ser investigada pela Polícia Judiciária como possível origem do incêndio. Numa tarde de 35ºC, vento forte e humidade baixa, o fogo espalhou-se rapidamente e passou do concelho de Monchique para o de Portimão.

Para evitar que parte das vítimas afetadas acabe por abandonar a atividade, as duas autarquias decidiram avançar com a constituição de fundos de emergência para acudir ao básico, sem que haja a burocracia dos apoios do Estado.

Entre os dois mil hectares ardidos, a maioria é mato e floresta, mas há também agricultura de subsistência. Não houve casas ardidas, mas alguns habitantes perderam contentores onde guardavam equipamentos para a próxima campanha do mel.

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