País

Gouveia e Melo diz que a resposta à pandemia acabou com preconceitos sobre as forças militares

O coordenador do processo de vacinação defende que é necessário "encontrar formas de cooperar entre todas as forças e capacidades que existem".

O vice-almirante Gouveia e Melo diz que a resposta à pandemia ajudou a quebrar preconceitos no país, desde logo por ter um militar à frente do processo de vacinação. O coordenador da task force lembra que teve de ter proteção policial.

“Parece-me que é irrealista, de alguma forma, haver algum preconceito contra a utilização de uma capacidade que existe no país quando ela é necessária e é útil. Esse preconceito que existia antes, deve acabar. E nós devemos encontrar formas de cooperar entre todas as forças e todas as capacidades que existem”, disse Gouveia e Melo.

Além disso, o coordenador da extinta task force lembra também que “foi quebrado” outro preconceito, nomeadamente quando teve se ser protegido por forças policiais devido às manifestações negacionistas violentas.

Um militar ser protegido pela polícia é também um preconceito que foi quebrado. Eu julgo que essas coisas têm de ser quebradas. Todos nós estamos aqui para colocar as nossas capacidades para um bem comum, que é o bem da nossa população”, acrescentou.

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