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PJ detém comerciante de arte que colocava no mercado obras falsificadas

Algumas das pinturas eram encomendadas a um recluso, que as produzia na sala de artesanato de uma prisão do norte do país.

A Polícia Judiciária do Porto deteve um comerciante de arte, que colocava no mercado obras falsificadas.

Alguns dos quadros são réplicas de obras existentes, outros pinturas novas com os traços de artistas como Almada negreiros, Cruzeiro Seixas, Mário Cesariny ou Malangatana.

São todos falsos, mas chegavam ao mercado como se fossem originais. Algumas das obras tinham até certificado de autenticidade e chegaram a ser vendidas, outras foram intercetadadas ainda antes de haver negócio.

Às 26 obras apreendidas esta quarta-feira, juntam-se outras 14 que já estavam na posse da Judiciária.Muitas delas foram produzidas por um recluso com veia artística, numa sala de artesanato de uma prisão do Norte do país.

Era uma comerciante de arte que estava à frente desta rede e pode vir a responder por burla qualificada e falsificação. Já foi ouvido por um juiz e ficou em prisão domiciliária.