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"Não é tolerável que a Assembleia da República seja palco de discursos de ódio"

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Augusto Santos Silva salienta a importância do diálogo político e do confronto de ideias, mas sempre com respeito.

O Presidente da Assembleia da República destacou esta quarta-feira a importância do diálogo político e o confronto de ideias, mas deixa claro não tolerar discursos de ódio no Parlamento.

Não é tolerável que a Assembleia da República, ou qualquer outra instituição da democracia portuguesa, seja palco de discursos de ódio.

Augusto Santos Silva falava durante uma visita à exposição "Primaveras Estudantis: da crise de 1962 ao 25 de Abril” no Museu Nacional de História e Ciência Natural.

Durante cerca de hora e meia o presidente do Parlamento visitou a exposição organizada pela comissão comemorativa dos 50 Anos do 25 de Abril de 1974, acompanhado também pela comissária executiva, a historiadora Maria Inácia Rezola, cargo anteriormente ocupado pelo atual ministro da Cultura, Pedro Adão e Silva, antes de este assumir funções no governo.

"Temos que celebrar a democracia virada para o futuro e também por isso, perceber bem como os jovens foram tão importantes nos anos 60 e 70 para que a ditadura terminasse em Portugal é uma boa maneira de perceber porque é que a democracia precisa tanto dos jovens, da ação cívica dos jovens, da participação política dos jovens e, já agora, também de uma maior participação eleitoral por parte dos jovens", apelou.

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