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Celebrações de Fátima integram peregrinação do migrante e do refugiado

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O momento alto das celebrações foi a procissão das velas, que se realizou na noite de sexta-feira.

Milhares de pessoas participaram nas celebrações do 13 de agosto, em Fátima. O ponto alto da peregrinação foi a procissão das velas, na noite de sexta-feira. As celebrações terminaram com a procissão do adeus.

É a fé que os une e que os move. A eles e aos milhares de peregrinos que nestes dois dias estiveram no Santuário de Fátima. As celebrações integram a peregrinação do migrante e do refugiado, que acontece na semana nacional de migrações.

Esta sexta-feira, depois da procissão das velas, a missa foi presidida por Dom Edgar Cunha, também ele emigrante. Nasceu no Brasil, mas estudou teologia nos Estados Unidos. Há oito anos, foi ordenado bispo de Fall River, no estado de Massachusetts, uma região que tem uma grande comunidade de origem açoriana.

Este sábado milhares de fieis ocuparam o recinto do Santuário de Fátima, mas não o encheram – apesar de esta ter sido a primeira peregrinação de agosto com permissão para a capacidade total, desde que começou a pandemia.

A missa desta manhã deste sábado foi presidida por Dom José Traquina, bispo de Santarém. A fechar a peregrinação de agosto, que celebra a quarta aparição de Nossa Senhora de Fatima aos pastorinhos, realizou-se a procissão do adeus. O Santuário de Fátima volta a ser ponto de encontro em setembro.

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