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Naquele a que chamam altar do mundo há lugar para todos

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Procissões foram momentos marcantes para os fiéis em Fátima.

A peregrinação dos migrantes decorreu este 12 e 13 de Agosto no santuário de Fátima. As cerimónias foram presididas por D. Edgar da Cunha, bispo brasileiro nos Estados Unidos. Milhares de pessoas estiveram no santuário que ficou longe das enchentes de outras alturas.

Naquele a que chamam altar do mundo há lugar para todos. Aqueles que vêm pela primeira vez e todos os outros que a cada ano repetem a presença para celebrar a sua fé, tantas vezes alimentada pela distância do seu país de origem.

As dificuldades dos migrantes fizeram parte da homilia do presidente das celebrações. D. Edgar Cunha fez apelos à fé e à união familiar sem esquecer a proteção aos mais novos.

A Procissão do Adeus fez erguer os braços com o acenar dos lenços brancos fazendo transbordar a emoção dos fiéis.

A noite de sexta feira 12 de agosto foi iluminada pelas velas de milhares de peregrinos.

Dois anos depois das restrições impostas pela pandemia, os migrantes puderam livremente celebrar a fé na cova da iria.

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