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Do PS "inclinado para a direita" às medidas "faz de conta": o discurso de Jerónimo de Sousa no Avante!

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O secretário-geral do PCP acusou ainda o Governo português de "cumplicidade" para manter a guerra na Ucrânia.

Jerónimo de Sousa acusa o PS de estar cada vez mais inclinado à direita e afirma que o Executivo só apresenta medidas de faz-de-conta. No encerramento da Festa do Avante, o secretário-geral do PCP diz que o partido sempre condenou a guerra da Ucrânia e acusa também o Governo de ser cúmplice na continuação do conflito.

Jerónimo de Sousa sabia que era difícil ignorar o assunto e preferiu mergulhar nele primeiro: afirma que o PCP “condenou” o conflito na Ucrânia e que a “espiral de sanções impostas pelos Estados Unidos, a União Europeia e a NATO, com a cumplicidade do Governo Português são indissociáveis da desenfreada especulação e do aumento dos preços da energia”.

Tirada a guerra na Ucrânia da frente, o PCP retoma o caminho de criticas ao Governo, na primeira Festa d Avante! desde que PS e PCP cortaram laços. Diz que o Governo anda a esconder-se e defende o aumento de salários e pensões, decida do IVA para 6% e o controlo de preços e o imposto sobre lucros extraordinários. E dá o exemplo da saúde como um dos setores em que o Governo falha mais.

Em 40 minutos de discurso, nenhum deles foi dedicado à sucessão da liderança. O secretário-geral do PCP tem dito que a questão não se coloca, mas que esse dia chegará.

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