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Serviço de pedopsiquiatria do Médio Tejo tem “muitas dificuldades em dar resposta às solicitações"

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Mais de 400 crianças e jovens são acompanhados nesta instituição.

A saúde mental é uma urgência cada vez maior e disparou depois da pandemia. O problema é que não há médicos suficientes, sobretudo pedopsiquiatras.

O serviço de psiquiatria da região do Médio Tejo tem vindo a ser cada vez mais requisitado. Os pedidos de ajuda têm aumentado, muito por culpa da pandemia. Luísa Delgado, diretora do serviço psiquiatria do Centro Hospitalar do Médio Tejo, admite que os efeitos dos variados confinamentos ainda se fazem sentir.

“A pandemia trouxe uma carga acrescida em termos da doença mental, por força da quantidade de adaptações que as pessoas tiveram que fazer, no contexto pandémico, e por força da falta de apoio e da restrição de alguns serviços”, admite a diretora.

Mais de 400 crianças e jovens são acompanhados nesta instituição, na área de pedopsiquiatria, mas a falta de médicos ameaça a boa qualidade do serviço.

"Existem muito poucos pedopsiquiatras. Os que existem estão muito concentrados nas grandes cidades e portanto, de facto, é complicado aliciar os profissionais para virem para cá"

Problema descrito como o “calcanhar de Aquiles”, por Luísa Delgado, a diretora do serviço de psiquiatria admite que atualmente existem “muitas dificuldades em dar resposta às solicitações na área da infância e da adolescência”.

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