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Ativistas detidas no Ministério da Economia não vão a julgamento

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O grupo detido esta terça-feira aceitou a suspensão temporária do processo e, por isso, foram obrigadas a fazer trabalho comunitário.

As cinco ativistas detidas, esta terça-feira, no Ministério da Economia aceitaram a suspensão provisória do processo e não vão a julgamento. O tribunal decidiu obrigá-las a fazer 40 horas de trabalho comunitário.

Por outro lado, os quatro ativistas que foram detidos na sexta-feira, na Faculdade de Letras, vão ser julgados por não terem aceitado a suspensão provisória do processo.

O segundo grupo, composto por cinco ativistas, foi detidos esta terça-feira por se colaram na entrada do edifício do Ministério da Economia, no final de um do encontro com António Costa e Silva. Foram levadas para a esquadra da PSP no Martim Moniz.

Saíram já depois das 22:00. Apresentaram-se esta quarta-feira em tribunal, com a certeza de que deviam ser outros a responder à justiça. Durante cinco meses, o tempo da suspensão provisória do processo, os protestos das cinco ativistas deverão ficar adormecidos. Regressam na primavera para lutarem pelo clima.

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