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Ministério Público pede prisão preventiva para 29 dos 35 dos suspeitos de tráfico humano

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As medidas de coação deverão ser anunciadas ao início da tarde.

O Ministério Público pede prisão preventiva para 29 dos 35 detidos por suspeitas de tráfico humano no Alentejo. Pede ainda prisão domiciliária para dois dos suspeitos. O juiz Carlos Alexandre deve tomar a decisão ao início da tarde.

Detidos na quarta-feira, identificados na quinta-feira, 15 dos 35 arguidos foram ouvidos sexta-feira até noite dentro. Os suspeitos voltaram esta manhã ao campus de justiça para conhecerem as medidas de coação aplicadas pelo juiz de instrução.

Se acompanhar a promoção da procuradora, o juiz Carlos Alexandre pode decretar a prisão preventiva a 29 arguidos. Outros dois podem ficar em prisão domiciliária com pulseira eletrónica e quatro com a medida mais leve, o termo de identidade e residência e a obrigação de apresentações periódicas ás autoridades, além da proibição de contactos com os outros suspeitos do processo.

Os arguidos estão indiciados por associação criminosa, tráfico de seres humanos, branqueamento de capitais e falsificação de documento.

Crimes que podem levar o casal romeno, alegado cérebro do grupo, os portugueses que lhe dariam apoio, nomeadamente uma solicitadora, e os outros arguidos a longo tempo na cadeia.

A rede de alegados traficantes, desmantelada esta semana pela Judiciária, angariava trabalhadores agrícolas para a zona de Beja, Cuba e Ferreira do Alentejo.
Alguns dos detidos já estavam referenciados por angariação e exploração de imigrantes oridundos daRoménia, Moldávia, Índia, Argélia, Marrocos, Senegal ou Paquistão.

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