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Arguido no caso das buscas na Câmara de Lisboa já esteve preso por burla

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António Realinho, um dos seis arguidos no processo que envolve a Câmara Municipal de Lisboa, esteve preso mais de dois anos. O empresário de Castelo Branco cumpriu pena por burla qualificada.

Realinho é muito próximo de Joaquim Morão, ex-autarca de Castelo Branco e de Idanha-a-Nova, cuja empresa tinha sido contratada para prestar consultoria à autarquia. A Câmara de Lisboa convidou duas empresas de Realinho, a ANJR Consultores e a REMIR para concorrem contra a JLD, empresa de Joaquim Morão, nos dois concursos que o Morão ganhou para coordenar.

A JLD de Morão acabou por conquistar facilmente os dois contratos de avença porque as duas empresas de Realinho nunca responderam. É certo que por alturas do segundo concurso António Realinho já tinha sido condenado a 4 anos e meio de prisão efetiva por burla e falsificação, mas só em 2018 é que efetivamente cumpriu a pena. Saiu em liberdade condicional em novembro de 2020.

António Realinho e Joaquim Morão são ambos arguidos neste processo da Câmara de Lisboa. Aos dois, junta-se o antigo vereador de Morão na Câmara de Castelo Branco, Luís Rafael Lourenço, muito próximo do ex-autarca modelo e que assinou por ele segundo contrato de avença.

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