"25 de Abril sempre": milhares celebram em vários pontos do país, confrontos em Lisboa com Mário Machado e Rui Fonseca e Castro detidos
JOSE SENA GOULAO

País

"25 de Abril sempre": milhares celebram em vários pontos do país, confrontos em Lisboa com Mário Machado e Rui Fonseca e Castro detidos

Apesar da dissolução e em dia de luto nacional, a Assembleia da República assinalou esta sexta-feira os 51 anos da Revolução de 25 de Abril de 1974. As celebrações prosseguem durante a tarde, com desfiles em vários pontos do país, mas também momentos de violência em Lisboa, na zona do Rossio, com o neonazi Mário Machado e o ex-juiz Rui Fonseca e Castro detidos pela PSP. Veja em direto e acompanhe ao minuto a emissão especial da SIC Notícias.

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Desfile chegou ao Rossio mais de uma hora depois de milhares começarem a descer a Avenida

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Lusa

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JOSE SENA GOULAO

Os primeiros participantes no tradicional desfile comemorativo do 25 de Abril na Avenida da Liberdade começaram a chegar ao Rossio cerca das 17:00, hora e meia depois de milhares de pessoas terem iniciado a marcha.

Ao som de canções de intervenção, as duas chaimites que marcaram o início do desfile pelas 15:30, chegaram à Praça D. Pedro IV, no Rossio, em Lisboa, uma hora e meia depois de arrancarem, onde já eram esperadas por várias centenas de pessoas.

Àquela hora, os últimos participantes no desfile estavam ainda no topo da Avenida da Liberdade.

Durante todo o percurso, repetiram-se as habituais palavras de ordem "25 de Abril sempre, fascismo nunca mais" e as senhas da Revolução, que ecoaram das colunas das chaimites, sobretudo a "Grândola, Vila Morena" eram cantadas por aqueles que participavam no desfile e pelos milhares que enchiam as ruas laterais da avenida para o ver passar, a maioria de cravo vermelho na mão.

Marques Mendes fala em unanimidade no Parlamento e diz que todos vão ter saudades do papa

"25 de Abril sempre": milhares celebram em vários pontos do país, confrontos em Lisboa com Mário Machado e Rui Fonseca e Castro detidos

Lusa

O candidato presidencial Luís Marques Mendes salientou a unanimidade "muito tocante, muito genuína" que se gerou no Parlamento à volta do Papa Francisco e considerou que todos, crentes e não crentes, vão ter "muitas saudades".

Mendes assinou o livro de condolências do Papa Francisco na Nunciatura Apostólica em Lisboa, a representação diplomática da Santa Sé. "Fazia questão de vir cá, de vir cá prestar homenagem ao Papa Francisco. A minha convicção é de que ainda vamos ter muitas saudades, durante muito tempo, do Papa Francisco. Os crentes, como eu, e os não crentes, porque o legado do Papa Francisco é um legado enorme. Suceder-lhe é fácil, substituí-lo é uma tarefa mais difícil", considerou.

O antigo líder do PSD recordou Francisco, que morreu na segunda-feira, como "um dos papas mais marcantes da Igreja Católica, que trabalhou muito em favor de uma igreja mais inclusiva e solidária"."

Ambiente mais calmo no Rossio