Programa Cujo Nome Estamos Legalmente Impedidos de Dizer em Podcast

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Ouça o programa semanal da SIC Notícias em formato áudio. Com Ricardo Araújo Pereira, Pedro Mexia, João Miguel Tavares e Carlos Vaz Marques

  • O PSD-R, a ministra que chora e as cadelinhas

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    Terá a ministra da Saúde dito o que dizem que disse ou o que disse não é o que dizem que terá dito? Qualquer que seja a resposta Marta Temido pediu desculpa… indignada. Quase em simultâneo, o foragido Rendeiro confessou ter sido trocado por três cadelinhas: a Joana, a Clara e a Boneca. Só não se percebe o que o levou a dar uma entrevista burlesca, anunciando a intenção de processar a justiça portuguesa com um pedido de indemnização de 30 milhões. E há ainda a disputa entre Rio e Rangel; seja quem for o escolhido, o PSD irá a eleições, em Janeiro, como PSD-R, seja de Rangel ou de Rio.

    SIC Notícias

  • O que se propala e o que se propaga

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    Pan, pan, pan; está em curso o tiro ao alvo sobre a porta-voz do partido com preocupações verdes e negócios de frutos vermelhos. Enquanto isso, à medida que o vírus volta a propagar-se, discute-se se quem propõe o regresso de restrições é avisadamente cauteloso ou um mero propagador de alarmismo. E cinco meses depois do acidente fatal na auto-estrada, o ministro Cabrita diz que é um absurdo aquilo que se propala sobre a velocidade do carro em que viajava; o ministro propalou que não é aquilo que se propala, sem ter propalado, no entanto, o que seria correcto propalar. Cinco meses e um funeral depois.

    SIC Notícias

  • Maçanetas,  fechaduras e diamantes de refugo

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    Depois do entusiasmo com a tropa por causa da vacinação, houve na tropa quem achasse por bem pôr alguma água na fervura. Lembram-se de Tancos? Esta nova série também não lhe fica atrás a nível de burlesco, com uma traficância que, até agora, se revelou de refugo: oito diamantes no valor de 290 euros. Ainda assim, o caso já é político, porque o ministro da Defesa guardou o segredo da investigação muito bem guardado. Enquanto isso, Rio recusa debater com Rangel, Rangel recusa dizer com quem gostaria de formar governo sem maioria absoluta e Costa, entre eufemismos e alegorias, pede uma maioria reforçada e, para não ter de espreitar pela fechadura, diz que já tem a mão na maçaneta. E se a porta estiver fechada à chave?

  • Cenários, cenários, cenários. E saudades do cefalópode

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    Já há data, mas agora há também uma data de incógnitas para as eleições de 30 de janeiro. Os cenários possíveis são tantos que Ricardo Araújo Pereira reuniu 27, embora, para não maçar ninguém, só se fale de três ou quatro; meia dúzia, vá lá. Lembra-se do cefalópode que adivinhava os resultados no mundial de futebol de 2010? Do que precisávamos agora era de um polvo Paul em cada esquina. Talvez com previsões fiáveis se evitassem cenas de sarrabulho, como a que obrigou a polícia a intervir numa sede do PSD onde os ânimos se exaltaram entre apoiantes de Rio e Rangel. E o CDS, ainda existe?

  • Bem-vindos à crise política

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    A Navalha de Ockham é o princípio segundo o qual a melhor explicação é, em geral, a mais simples. Nem de navalha em punho, no entanto, se entende tudo o que está a acontecer: desentendimentos à esquerda, zaragatas à direita, guerras de datas e idas ao multibanco. Talvez a navalha esteja romba, mas uma coisa é certa: a geringonça morreu, o orçamento foi rejeitado e a campanha eleitoral já começou

  • Incertezas e contas de cabeça

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    A plateia é de economistas mas ninguém tem contas certas quanto ao desfecho da incógnita do momento. O programa com o nome mais longo do espaço mediático português foi ao ISEG, o Instituto Superior de Economia e Gestão, encerrar a conferência sobre a economia da saúde, numa altura em que está em dúvida, com a discussão do orçamento, a saúde da economia. Tempos incertos, estes: incerteza à esquerda, agora que a geringonça já era, e incerteza à direita, quando se discute no PSD e no CDS o que o futuro será. O facto de não sabermos do que estamos a falar, desta vez não é só culpa nossa; a realidade está tão às escuras como nós

  • Dar o corpo à ciência, mais crise menos crise

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    Agita-se o espantalho da crise, com a perspectiva de eleições ao virar da esquina. Quem travará primeiro antes do precipício político sinalizado pelo Presidente da República? Enquanto isto, o PSD discute a liderança. O balão de oxigénio de Rio, nas autárquicas, durou pouco. Cavaco Silva ajudou à festa e despediu, de uma penada, Governo e oposição. E Rendeiro: terá fugido com uns quadros na bagagem? Tudo questões sem resposta científica, embora desta vez o programa decorra no FICA, o Festival Internacional de Ciência, em Oeiras. Onde, apesar deste palavreado, também se tratam assuntos sérios

  • Pecados e crimes, um “de” a menos e outras minudências

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    A picuinhice pode ser necessária na Justiça, mas convém que o escrivão esteja acordado; enquanto isso, sai mais um mojito para o fujão. Em Setúbal, 87 responsáveis clínicos dizem que assim não dá; o Governo acompanha. O relatório da pedofilia na Igreja Católica francesa voltou a fazer soar alarmes no Vaticano, mas em Portugal não há disso; e até já houve quem comparasse abusos sexuais com meteoritos. Sim, um clérigo

  • A semana horribilis do PS, Rendeiro ao fresco e a clitóride

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    Que farei com esta vitória?, perguntará o novo presidente da Câmara de Lisboa, depois de uma noite eleitoral em que Costa ganhou mas perdeu e Rio perdendo ganhou. Terão sido as autárquicas um sopro de mudança ou apenas uma leve aragem de alternativa? Numa semana horribilis para o PS, com Marcelo a desautorizar sem reticências o ministro da Defesa, o país constatou que os socialistas têm consigo o poder mas têm também, dentro de si, a oposição, com o agastado ministro das Infra-estruturas a rugir ameaçadoramente ao ministro Leão, das Finanças. Enquanto isso, diz-se que João Rendeiro se pôs ao fresco, mas os dois paradeiros possíveis noticiados, Belize e Singapura, são ambos territórios quentinhos. Singapura tem pelo menos a vantagem de ficar mais longe da Carregueira. E, sempre atentos ao funcionamento da língua, nesta emissão aprendemos uma nova palavra: clitóride

  • Eleitoralismo, negacionismo e bunda

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    Quem se lembra do tempo em que Angela Merkel ficou conhecida como “a gorda da canja”? Onde isso já vai. Quem se lembra de Fernando Nobre a pedir “Dêem-me um tiro na cabeça”? A veemência continua a mesma. Merkel e Nobre são, esta semana, protagonistas improváveis: ela porque se vai embora, ele porque voltou. No menu da actualidade há negacionismo, eleições e eleitoralismo. A bunda parece não fazer muito sentido aqui, mas ouvindo o programa percebe-se que não faz mesmo sentido nenhum