Reportagem Especial

Viver de Novo

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Cerca de dois mil refugiados foram acolhidos em Portugal desde 2015.

Em Portugal, desde 2015 já foram inseridos mais de dois mil refugiados em programas de integração, que atualmente se prolongam por 18 meses.
Tempo, durante o qual, têm direito a financiamento, habitação, aulas de português e são acompanhados por técnicos das entidades de acolhimento, que os ajudam a navegar no sistema educativo dos menores e no serviço nacional de saúde.

Para quem chega e procura viver de novo, a fase transição entre um período em que a ajuda é permanente e o momento de conquistar a autonomia, revela-se sempre difícil.

A língua é por quem passou pela experiência o primeiro fator apontado como barreira à integração, que cria dificuldades na procura de emprego ou mesmo para estabelecer laços com a comunidade. Mas não é a única barreira.

Cerca de metade dos refugiados acolhidos ao abrigo do programa de recolocação, finalizado em 2018 acabou por partir. Entre os que ficaram cerca de 50% é autónomo, sem ajuda estatal.

Alguns dos que conseguiram reconquistar uma vida, partilharam com a SIC a visão sobre as dificuldades, experiências e os caminhos traçados para independência.

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