Saúde e Bem-estar

Ser dador de sangue em tempos de pandemia

Dia Mundial do Dador de Sangue assinala-se este domingo.

No dia 14 de junho - este domingo - assinala-se o Dia Mundial do Dador de Sangue. Nesta ocasião, países de todas as regiões do mundo organizam eventos e atividades para celebrar a data, sensibilizar para a necessidade de dar sangue e agradecer aos dadores de sangue.

Em Portugal, a Federação Portuguesa de Dadores Benévolos de Sangue – FEPODABES - quer aproveitar para agradecer a todos os dadores e lembrar a todos os portugueses que doar sangue pode ser feito com toda a segurança durante a pandemia de COVID-19 e neste período que antecede as férias de verão, reforçar as reservas de sangue é fundamental.

Este ano em particular, pois, devido à pandemia, as universidades e empresas que até aqui organizavam recolhas de sangue, não podem fazê-lo e as unidades móveis não podem circular. No entanto é possível doar sangue nos Centros de Sangue e Transplantação de Lisboa, Porto e Coimbra ou serviços hospitalares com recolha de sangue.

A cada dois segundos, alguém precisa de uma transfusão de sangue e todos os dias são necessárias mil unidades de sangue em Portugal.

Podem doar sangue todas as pessoas com bom estado de saúde, hábitos de vida saudáveis, peso igual ou superior a 50 kg e idade compreendida entre os 18 e 65 anos. A dádiva de sangue é benévola e não remunerada.

A doação de sangue pode ser feita de quatro em quatro meses pelas mulheres e de três em três meses pelos homens.

O Dia Mundial do Dador de Sangue foi instituído pela Organização Mundial da Saúde em maio de 2005. A escolha da data da efeméride, 14 de junho, tem por objetivo homenagear Karl Landsteiner, nascido na mesma data.

Landsteiner foi um médico e biólogo norte-americano, de origem austríaca, precursor da transfusão sanguínea e agraciado com o Nobel de Fisiologia/Medicina de 1930, pela classificação dos grupos sanguíneos, sistema AB0, e descobriu o fator RH.

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