A rede social “War on Cancer”, dedicada a doentes com cancro, cuidadores, familiares e curiosos sobre o tema, foi lançada em 2016 e está disponível para iOS e Android.
O inquérito “O Panorama do Cancro Hereditário em Portugal” envolveu 611 inquiridos e teve a participação de 31 unidades de saúde e hospitais. "Os resultados deste estudo são muito importantes para que se possa construir uma rede que apoie estas pessoas", refere Gabriela Sousa, médica oncologista.
O 16º Congresso Nacional de Oncologia arrancou ontem, no Centro de Congressos do Estoril. Paulo Cortes, Presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, diz que o objetivo é o de "contribuir para mais e melhores cuidados de saúde na área do cancro."
Catarina Rodrigues dos Santos, do IPO de Lisboa, explica não só as implicações que o diagnóstico de cancro de mama tem nos doentes e nas famílias, como também o porquê desta patologia apresentar bons resultados comparativamente a outros cancros.
Os cuidados paliativos existem para proporcionar a máxima qualidade de vida possível às pessoas com doença crónica ou prolongada. Esta área da medicina foca-se em dar uma resposta aos problemas decorrentes deste tipo de doenças, onde o cancro se inclui, na tentativa de prevenir o sofrimento que a patologia gera nos doentes e nas famílias.
"A cirurgia tem um papel muito relevante, mas pode não ser o primeiro tratamento a fazer", revela a cirurgiã Catarina Rodrigues dos Santos, do IPO de Lisboa.
Quantas vezes ouvimos dizer que alguém "perdeu a luta contra o cancro?" A opinião de Isabel Galriça Neto, diretora da Unidade de Cuidados Paliativos do Hospital da Luz.
Prevenção primária (estilos de vida saudáveis), prevenção secundária (rastreios) e melhoria dos meios de diagnóstico e tratamento poderão ser responsáveis por este número na Europa em 2019