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Cancro digestivo: um problema de saúde pública

O cancro digestivo está a aumentar e representa um "grave problema" de saúde pública.

Segundo a Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia (SPG), por hora, morre um português na sequência do cancro digestivo, que agrupa três tipos de cancro: o do cólon e do reto, o do estômago e o do fígado, aos quais se juntam o cancro do pâncreas e do esófago.

Os dados disponíveis indicam que estes cancros representam 10% da mortalidade em Portugal.

"Um terço de todos os cancros do país são do aparelho digestivo", sublinha o hepatologista Rui Tato Marinho, que alerta para a necessidade do conhecimento dos fatores de risco e dos comportamentos para a sua prevenção.

"O aparecimento do cancro é uma consequência natural do envelhecimento e do comportamento humano", explica, adiantando que a incidência precoce deve-se a "comportamentos menos bons", como “fumar, beber” ou a uma má alimentação.

Procurando sensibilizar a população para os riscos destas doenças, a Sociedade Portuguesa de Gastroenterologia realizou um encontro científico, no passado mês de janeiro, em Lisboa, sobre as diversas abordagens terapêuticas para cada um destes tipos de cancro.

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