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Cuidador informal: Como cuidar do doente oncológico?

“Cuidadores Informais, o que esperar?” é o tema da conferência que se realiza no próximo dia 16 de outubro, no Porto.

José Fernandes

Já há mais de 800 mil cuidadores informais de doentes oncológicos em Portugal. A maioria, tem relações familiares diretas com esses doentes e é submetida a situações de elevado stress e desgaste físico e emocional.

Num estudo encomendado pelo Governo e publicado em setembro do ano passado, “Medidas de Intervenção junto dos Cuidadores Informais”, conclui-se que o trabalho dos quase 827 mil cuidadores informais existentes está avaliado em aproximadamente 333 milhões de euros por mês, isto é, quatro mil milhões de euros por ano.

Tendo em conta essa realidade, o Parlamento aprovou, em julho, por unanimidade, o Estatuto do Cuidador Informal, que regula os seus direitos e deveres.

Para debater este tema, realiza-se a conferência “Cuidadores Informais o que Esperar?”, no próximo dia 16 de outubro, no Auditório do Núcleo Regional do Norte - NRN da Liga Portuguesa Contra o Cancro, no Porto.

Os professores Rui Nunes e Elsa Montenegro são os conferencistas.

Define-se como cuidador informal a pessoa que cuida de um familiar ou amigo doente com alguma incapacidade para cumprir as funções básicas do dia a dia.

São muitos os desafios que os cuidadores têm de enfrentar relacionados com o apoio emocional e físico ao doente e o acompanhamento na gestão das rotinas diárias, da medicação e das deslocações, tarefas que frequentemente se complicam a par da progressão da doença.

Com entrada gratuita, a inscrição prévia na conferência é obrigatória no formulário apresentado neste link.

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