Notícias

Mais de 700 pessoas debatem o futuro da oncologia em Portugal

O 16º Congresso Nacional de Oncologia arrancou ontem, no Centro de Congressos do Estoril. Paulo Cortes, Presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia, diz que o objetivo é o de "contribuir para mais e melhores cuidados de saúde na área do cancro."

"É nosso desejo e compromisso contribuir para mais e melhores cuidados de Saúde em Oncologia. Durante este último ano estivemos a trabalhar no desenvolvimento de um Plano Estratégico de atuação que assenta em três pilares: referência de conhecimento científico, apoio e informação aos profissionais de Saúde e em benefício da população", disse Paulo Cortes, presidente da Sociedade Portuguesa de Oncologia (SPO) na sessão de abertura, na passada, quinta-feira. Na sua intervenção, acrescentou que o referido plano, que considera "ambicioso e realista" está “a ser trabalhado a várias mãos, divididas em cinco áreas de atuação: Dados em Oncologia, Sobreviventes de Cancro, Cuidados de Suporte e Paliativos, Tumores Hereditários e Prevenção".

O congresso que termina este sábado, assinalou outro momento importante: a acreditação da ESMO, (European Society for Medical Oncology) com uma pontuação de 25 ESMO-MORA categoria 1, a mesma pontuação de créditos atribuída ao congresso anual da própria ESMO. "Uma acreditação que atesta a qualidade científica do congresso português", considera Paulo Cortes.

Na edição deste ano foram aceites 198 trabalhos científicos, dos quais 35 podem ser consultados nos posters ou em comunicação oral."São números que nos enchem de orgulho e que só nos podem deixar com elevadas expetativas em relação à qualidade das intervenções e dos debates”, disse o presidente da SPO.

Notícias

Mais