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"A investigação em cancro não pode parar"

É preciso não parar de fazer investigação em cancro durante o estado de emergência, diz Joana Paredes, presidente da Associação Portuguesa de Investigação em Cancro (ASPIC)

José Fernandes

Grande número de investigadores portugueses que trabalham na área do cancro estão atualmente impedidos de prosseguir trabalho de campo e laboratorial, devido aos constrangimentos impostos pelo período de contingência do COVID 19.

Numa mensagem dirigida aos sócios, no site da ASPIC, Joana Paredes apela aos investigadores para manter a motivação. Apesar dos constrangimentos do momento atual que não permitem o trabalho em laboratório, é importante continuar a “escrever e rever artigos, pensar em projetos novos, discutir ideias e analisar dados com uma atenção redobrada”, mantendo as reuniões de grupo e a união, refere.

“Infelizmente, a investigação em cancro não pode parar, pois a taxa de mortalidade é muito superior àquela que é provocada pela infeção pelo COVID-19”, alerta. “Mais do que nunca precisamos de estar unidos e de colaborar.”

Leia a mensagem de Joana Paredes aqui.

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