Para este estudo foi usada uma amostra de mais de 90.900 pessoas. Entre elas, 19 mil cumpriram os critérios para serem considerados indivíduos com falta de sono – e esses foram acompanhados ao longo de 14 anos, sendo analisado o estilo de vida e os registos clínicos de cada um e identificados aqueles que tiveram doenças, insuficiência cardíaca, ritmo cardíaco irregular ou acidentes vasculares cerebrais.