O uso diário deste elixir contribui para uma maior presença de duas bactérias que têm sido associados a doenças oncológicas - Fusobacterium nucleatum e Streptococcus anginosus - concluíram os investigadores do estudo publicado na Revista de Microbiologia Médica, citado pelo The Telegraph.
Uma maior presença destas bactérias pode ser explicada pelo álcool que constitui o antissético oral.
Chris Kenyon, docente da universidade belga onde foi conduzida investigação explica ao jornal britânico que utilizar elixires bucais constituídos por álcool de forma frequente "pode aumentar o risco de cancro e várias infeções":