Vaticano volta

a investigar desaparecimento da jovem Emanuela Orlandi

A rapariga de 15 anos é filha de um funcionário do Vaticano e desapareceu em 1983. O Vaticano reabriu a investigação meses depois de um novo documentário da Netflix lançar novas suspeitas.

A reabertura da investigação ao desaparecimento de Emanuela Orlandi surge também semanas depois da família da jovem ter pedido ao parlamento italiano para assumir as culpas.

A investigação irá incidir também no caso de Mirella Gregori, que também tinha 15 anos quando desapareceu em Roma semanas antes

de Orlandi. Os investigadores acreditam que

os dois casos podem estar relacionados.

Desde então várias têm sido as histórias avançadas para explicar o desaparecimento de Emanuela Orlandi, incluindo teorias envolvendo tráfico sexual ou rapto por parte de um gangue para servir como moeda de troca para a libertação de Mehmet Ali Ağca, que tentou assassinar o Papa João Paulo II.

Uma nova teoria surgiu com o documentário da Netflix intitulado "Vatican Girl: The Disappearance of Emanuela Orlandi", que estreou em outubro de 2022, em que uma amiga de infância de Emanuela conta que, dias antes do desaparecimento, a adolescente foi abusada sexualmente dentro

do Vaticano por “alguém próximo do Papa”.

A reabertura do caso também acontece após Georg Gänswein, o secretário pessoal e íntimo do Papa Bento XVI, ter afirmado que irá abordar o caso misterioso de Orlandi no seu livro, que será publicado a 12 de janeiro.

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