11 de Setembro

Cavaco Silva envia mensagem a Obama manifestando "profunda solidariedade com o povo norte-americano"

O Presidente da República, Aníbal Cavaco Silva,  enviou uma mensagem ao Presidente dos EUA, Barack Obama, na qual manifesta  em seu nome e dos portugueses "profunda solidariedade com o povo norte-americano"  pelos atentados de 2001. 

(Lusa - Arquivo)
TIAGO PETINGA

"Recordar a data de 11 de setembro de 2001 deve constituir uma ocasião  para sublinharmos os valores do diálogo, da tolerância e do respeito pela  pessoa humana", considera Cavaco Silva, na mensagem enviada a Barack Obama  por ocasião do 10. aniversário dos atentados terroristas que mataram quase  três mil pessoas nos Estados Unidos. 

Segundo o Presidente da República, "lembrar o 11 de setembro de 2001  é, ainda, uma oportunidade para refletir sobre a necessidade imperiosa da  cooperação internacional face à ameaça do terrorismo, na convicção de que  a segurança e a liberdade são valores indissociáveis". 

"No dia em assinalamos os dez anos dos atentados contra a liberdade,  que vitimaram os Estados Unidos da América, quero assegurar-lhe, senhor  Presidente, em meu nome próprio e em nome do povo português, os nossos sentimentos  de profunda solidariedade com o povo norte-americano, muito em particular  com os familiares das vítimas, face à recordação dolorosa daqueles acontecimentos",  afirma Cavaco Silva. 

O chefe de Estado português acrescenta que "os valores do diálogo,  da tolerância e do respeito pela pessoa humana" devem ser sublinhados nesta  data. 

"Será essa a melhor maneira de prestarmos homenagem às vítimas inocentes  e de honrarmos todos quantos, pela heroicidade de que deram provas, pela  generosidade do seu contributo, serão, para sempre, para todos nós, um exemplo  inspirador e uma imagem do melhor de que o homem é capaz", escreve. 

Nesta carta, divulgada hoje na página oficial da Presidência da República, Cavaco Silva dirige-se a Barack Obama como "senhor Presidente  e meu caro amigo" e despede-se "com consideração e estima pessoal", reiterando  "os sentimentos de solidariedade nesta hora de recolhimento". 

 

Lusa