"O líder da Al-Qaida desapareceu, mas a Al-Qaida não morreu. Há grupos que constituem perigos efetivos, mas não houve um segundo ataque nos EUA. Os EUA conseguiram reforçar a sua segurança sem deixarem de ser uma democracia", afirmou o governante.
Paulo Portas falava à agência Lusa à margem de uma exposição da Embaixada dos Estados Unidos da América alusiva ao 10. aniversário do 11 de Setembro, realizada na Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva.
O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros lembrou que na sequência dos ataques do 11 de Setembro de 2011 morreram cerca de 3 mil pessoas e defendeu que os países ocidentais devem reforçar as garantias de segurança, mas sem perder a transparência e o sentido crítico da forma como o fazem.
"As organizações terroristas o que querem destruir é o nosso modo de vida que radica no princípio da Liberdade e da garantia da Democracia, e nós não podemos ceder nesta matéria", defendeu.
Lusa
