Sarandon, conhecida pelos seus papéis em Thelma & Louise e Dead Man Walking, explicou que não iria votar nem em Hillary Clinton nem em Donald Trump. A atriz defendeu que o que é imperativo é arranjar candidatos independentes até à marca dos 5%, de modo a começar um novo partido nos Estados Unidos da América.
"Eu quero a mulher certa. Existem grandes mulheres que eu admiro que conseguiram liderar nações", disse a atriz e ativista à BBC. Susan Sarandon era uma apoiante do candidato Bernie Sanders. "Não sei como se sentem em relação a isto, mas eu não voto com a minha vagina. Isto é maior que isso e eu não quero passar o meu tempo a falar sobre Trump e Hillary, porque esse não é o motivo para eu estar aqui. Isto é maior que o vencedor desta eleição."
Depois de ser pressionada a confessar o motivo de não apoiar nenhum dos candidatos, a atriz explicou que os norte-americanos estavam na posição de votar pelo "menor de dois males". Sarandon voltou a defender a importância de um novo partido, de modo a terminar com o sistema de dois partidos.
"Estou preocupada com as guerras, com a situação na Síria e com todas aquelas coisas que atualmente existem. Quem quer que ganhe não vai dar importância a estas coisas, uma vez que o dinheiro tomou controlo do nosso sistema."
