Na sessão seguinte em tribunal será apresentada resposta a essas moções, por parte da acusação, e possivelmente numa terceira data o juiz irá tomar uma decisão em relação às posições das partes, adiantou a porta-voz Joan Vollero.
"Das provas que poderão ser apresnetadas para refutação, a confissão é a mais provável. O advogado pode também alegar que já tinha sido nomeado na altura das declarações e invalidar a prova", disse o ex-procurador de justiça de Nova Iorque, Tony Castro, ao jornal "Correio da Manhã".
A fonte judicial contacatada pela Lusa disse não ter informação se Seabra, que se mantém há mais de um mês em detenção numa unidade hospitalar da cidade de Nova Iorque, estará ou não presente na sessão de sexta-feira.
Seabra compareceu pela primeira vez no Supremo Tribunal de Nova Iorque a 1 de fevereiro, onde se declarou inocente do crime de homicídio em segundo grau.
A acusação, divulgada pelo gabinete do procurador de Nova Iorque Cyrus Vance Jr., alega que Seabra "matou intencionalmente a sua vítima", facto relatado numa confissão de Seabra à Polícia logo após o homicídio, a 7 de janeiro.
O assassínio em 2. grau, o mais comum, prevê uma pena que vai de 25 anos a prisão perpétua, permitindo o pedido de liberdade condicional ao fim dos 25 anos.
O homicídio teve lugar no Hotel Intercontinental, onde ambos passavam férias juntos desde 29 de dezembro passado.
O relatório do médico legista apontou estrangulamento e traumatismo violento na cabeça como causa de morte e o colunista social foi encontrado morto pela Polícia com sinais de agressões violentas e mesmo mutilação nos órgãos genitais.
Com Lusa
