Se eu mandasse (nos Açores)
Os açorianos pensam que seria importante aumentar as ofertas de emprego e cuidar dos idosos. Queixam-se que a classe média é que sofre com as consequências das medidas do governo e dizem que, caso a conjetura económica melhorasse, a mentalidade das pessoas também mudaria - mas, como diz Alberto Cordeiro, taxista de 45 anos, "não podemos viver de sonhos".

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