Stephen Hawking é comparável às figuras cimeiras da História da Ciência "dada a revolução que operou na forma", lê-se no texto apresentado pelo presidente do parlamento e por todas as bancadas e que foi aprovado por unanimidade, antes de a Assembleia da República cumprir um minuto de silêncio.
O físico morreu na quarta-feira, com 76 anos, na sua casa em Cambridge, no Reino Unido.Apesar de sofrer de esclerose lateral amiotrófica desde os 21 anos, Stephen Hawking surpreendeu os médicos ao viver mais de 50 anos com esta doença fatal, caracterizada pela degeneração dos neurónios motores, as células do sistema nervoso central que controlam os movimentos voluntários dos músculos.
Em 1985, uma grave pneumonia deixou-o a respirar por um tubo, forçando-o, desde então, a comunicar através de um sintetizador de voz eletrónico.Mas, Stephen Hawking continuou a desenvolver as suas pesquisas na área da ciência, a aparecer na televisão e casou pela segunda vez.
Lusa

