O governante que esteve na região há cerca de um ano para visitar a ponte militar colocada na Fajã da Ribeira, neste concelho, sublinhou que "a diferença é considerável".
"Acho que o essencial da reconstrução da Madeira no que diz respeito à resposta aos prejuízos havidos com a aluvião está feito e é muito importante que continue este esforço de reconstrução", declarou.
Augusto Santos Silva assinalou a participação da Cruz Vermelha Portuguesa neste projeto, uma instituição que está sob a tutela do ministério da Defesa Nacional.
Referiu que a "construção de novos fogos é um esforço muito importante", destacando "a excelente colaboração entre as autoridades locais e a sociedade civil".
Mencionou que neste caso, o Governo Regional cedeu o terreno e a Investimentos Habitacionais da Madeira (IHM) colaborou na obra, aspetos que disse serem "muito importantes e uma mais valia que pode ser usada pela Cruz Vermelha para realizar mais depressa o seu projeto com menor custo".
Augusto Santos Silva destacou ainda que estes fogos, realizados na missão da Cruz Vermelha de "colaborar em ações de desenvolvimento comunitários", resultam "do esforço nacional traduzível numa palavra muito bonita em português, solidariedade, visto que se trata de donativos obtidos a nível nacional".
A Cruz Vermelha recebeu 1,6 milhões de euros de donativos para ajudar a população madeirense afetada pelo temporal de 20 de fevereiro de 2010, sendo 1,3 milhão arrecadados pelo programa "Juntos Pela Madeira" promovido pela RTP e Sonae e os restantes de donativos diversos, incluindo da "diáspora" espalhada pelo mundo, disse fonte da organização.
Lusa
