Carla Castelo

Carla Castelo

Jornalista

Comecei a minha carreira como jornalista estagiária no Público em 1991. Menos de um ano depois, integrei a equipa fundadora da SIC. A partir de 2000-01, comecei a dar especial atenção à área do ambiente. Coordenei o programa “Economia Verde” na SIC Notícias e antes tinha apresentado e coordenado o “Terra Alerta”. Numa época em que a atividade humana está a gerar alterações globais que ameaçam a saúde e a qualidade de vida das pessoas, não faltam histórias – de perdas e danos, mas também de persistência e esperança – por contar.

  • Comida para o pensamento na sociedade do desperdício

    A menina ativista que desafia o Papa

    Para travar a degradação ambiental e as alterações climáticas não basta alterar a dieta alimentar, se continuarmos a queimar combustíveis fósseis para produzir energia, a deslocarmos-nos sobretudo em automóveis particulares com motor de combustão interna, a desperdiçar e a consumir em excesso de tudo: comida, roupas, equipamentos elétricos e eletrónicos, e por aí fora.

    Carla Castelo

  • Apelo para um Pacto Nacional de Sustentabilidade

    País

    A Associação Natureza Portugal (ANP)|WWF, lançou esta segunda-feira um apelo aos partidos candidatos às próximas eleições legislativas para que assumam um pacto nacional que coloque o bem-estar dos cidadãos no centro das suas preocupações e programas políticos.

    Carla Castelo

  • Uma revolução que senta à mesa 10 mil milhões

    Opinião

    Num planeta com recursos naturais finitos, onde a população humana não para de crescer, a revista científica Lancet criou uma comissão de especialistas para definir uma dieta-padrão saudável e sustentável. Mais do que a dieta em si, que outros estudos já têm apontado como fundamental para a saúde humana e para conter o aquecimento global – com pouca carne e muitos legumes e fruta –, o que retenho é o objetivo de equidade planetária: permitir sentar à mesa os 10 mil milhões que, muito provavelmente, seremos em 2050.

    Carla Castelo

  • Quem deve pagar as indemnizações às famílias das vítimas em Borba?
    4:48

    País

    A professora Carla Amado Gomes, especialista em Responsabilidade Civil do Estado, considera que a Direção-geral de Energia e Geologia deve responder por "omissão de fiscalização", mas a principal responsabilidade não deverá ser assacada ao Estado. A docente da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa entende que a empresa privada que explorava a pedreira deve ser a primeira a responder por ter violado obrigações de segurança, desde logo em relação aos próprios trabalhadores.

    Carla Castelo

  • O plástico invadiu a Biosfera
    5:45

    Mundo

    O alerta é de Charles Moore, oceanógrafo norte-americano, que há 20 anos chama a atenção para a sopa de lixo que existe no Oceano. Uma sopa com ingredientes variados, sobretudo de diferentes tipos de plástico, e que está a contaminar não apenas o ecossistema marinho mas toda a vida na terra. O ativista está em Portugal a convite da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT NOVA).

    Carla Castelo

  • Um dia de cada vez

    Um dia de cada vez

    "Um dia de cada vez" é uma Grande Reportagem e um Especial multimédia que acompanha a vida de uma freguesia do concelho de Tábua, no distrito de Coimbra, afetada pelos incêndios de 15 de outubro de 2017, mas é também uma viagem ao chamado interior do País, à vida de pessoas comuns que habitam na região centro, às rotinas do dia-a-dia, ao trabalho no campo, e às festas que marcam o calendário, ao longo de um ano particularmente difícil.

    Carla Castelo e José da Silva

  • Quais são as celuloses a montante de Abrantes?

    País

    Sem apontar um responsável direto, a Agência Portuguesa do Ambiente (APA) responsabilizou esta quarta-feira as indústrias da pasta de papel, a montante de Abrantes, pela carga poluente no Tejo que se tornou visível no passado dia 24 no açude de Abrantes. A montante, em Vila Velha de Ródão, estão a funcionar atualmente três fábricas do setor da celulose: Celtejo, The Navigator Company e Paper Prime. A Celtejo é a maior, e cujo volume de efluente rejeitado no Tejo representa cerca de 90% do total das três fábricas.

    Carla Castelo