Demi Lovato vai lançar, a 23 de março, um documentário - "Dançando com o Diabo" - dividido em quatro partes, onde conta os traumas do passado e as pressões com que viveu.
"Nos últimos dois anos, ouvi muitas histórias sobre a minha vida e o que as pessoas acham que aconteceu. Eu queria esclarecer as coisas e revelar tudo aos meus fãs."
Em 2018, Demi Lovato teve uma overdose que a deixou insconsciente e que fez com que sofresse três AVC e um ataque cardíaco: "Os médicos disseram que tinha mais cinco a dez minutos", revelou num excerto do documentário.
A ex-estrela do Disney Channel contou que sofreu de distúrbios alimentares e que começou a consumir cocaína aos 17 anos. Entrou em reabilitação aos 18, altura que em foi diagnosticada com transtorno bipolar.
Embora a cantora tenha falado abertamente sobre o vício das drogas e do álcool no passado, disse na apresentação do documentário que havia muita coisa que o público não sabia sobre a overdose que sofreu e as pressões que a levaram a isso.
A cantora assume, por exemplo, que deixou de conduzir por ter ficado com a visão turva: "Fiquei com uma lesão cerebral e ainda sinto os efeitos disso". Demi Lovato espera que este documentário ajude pessoas que estão a passar pelo mesmo que ela passou.
O grande regresso de Demi Lovato aconteceu nos Grammy Awards, em janeiro de 2020, e cantou o hino nacional no Super Bowl também em 2020. No mês passado, cantou num especial em televisão sobre a tomada de posse do Presidente dos EUA, Joe Biden.
