Termina, este sábado, em Foz Côa mais uma edição do festival da música e da poesia. O mais antigo festival do género do país contou com o maestro Vitorino de Almeida e a veia poética de Ana Zanatti, mas também com estudantes que levaram a poesia para a rua.
Em pleno mercado municipal e ao ar livre, vozes juntas cantaram à capela e encantaram. Chegaram do Porto, em comboio molhado, da escola Balleteatro, mas o sol abriu para dizerem poesia. Foram verdadeiros saltimbancos da palavra, no mercado ou pleno centro histórico.
Momentos de um festival com mais de quatro décadas em Foz Côa, com propósitos que não passam de moda.