O ouro da seleção canadiana deu ao país anfitrião dos Jogos o décimo quarto galardão de ouro.
A alegria da cerimónia de encerramento, que terminou com um ruidoso concerto de rock, contrastou fortemente com o minuto de silêncio e a tristeza da cerimónia de abertura, marcada pela morte do atleta georgiano Nodar Kumaritashvili, de 21 anos, num acidente nos treinos de luge.
Os oradores foram o responsável pela organização dos jogos de Vancouver, John Furlong, e o presidente do Comité Olímpico Internacional (COI), Jacques Rogge.
Furlong assinalou a morte do atleta georgiano, manifestando pesar pela perda da Geórgia e o desejo de que esta morte não seja esquecida e sirva para inspirar os jovens para serem campeões.
O responsável canadiano mudou depois para um tom mais leve, dizendo acreditar que os canadianos estão mais fortes e unidos, a amar mais o seu país e mais ligados entre si, e recordou a primeira medalha de ouro do país ganha pelo esquiador Alexandre Bilodeau e a última ganha pela equipa de hóquei masculina.
Rogge considerou que os jogos foram excelentes e que decorreram muito amigavelmente e declarou-os encerrados.
A patinadora Joannie Rochette, cuja mãe morreu de ataque cardíaco horas depois de chegar a Vancouver, mas que mesmo assim competiu e conquistou uma medalha de bronze, foi escolhida para transportar a bandeira do Canadá no desfile final.
A cerimónia terminou com o arrear da bandeira olímpica, que o presidente da Câmara de Vancouver, Gregor Robertson, entregou ao presidente do COI, Jacques Rogge, que por sua vez a entregou a Anatoly Pakhomov, presidente da câmara de Sochi (Rússia), cidade que organiza os próximos Jogos olímpicos de Inverno.
(Este texto foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico)
Lusa
