Desporto

Queixa contra Ronaldo por violação leva polícia dos EUA a reabrir investigação

A queixa por alegada violação contra Cristiano Ronaldo em 2009 mas que chega ao tribunal do condado de County, no Nevada na última semana de setembro de 2018.

John Locher

O caso já tinha sido noticiado, mas agora a polícia de Las Vegas, nos EUA, reabriu a investigação ao caso da alegada violação de Cristiano Ronaldo a uma norte-americana, em 2009. Segundo a imprensa norte americana a queixa contra o internacional português deu entrada na passada sexta-feira no tribunal de Clark County, no Nevada.

A polícia de Las Vegas confirmou esta segunda-feira à cadeia de TV CNN que reabriu a investigação criminal ao internacional português Cristiano Ronaldo, no primeiro dia útil após ter dado entrada uma queixa num tribunal do Nevada.

Kathryn Mayorga acusa o jogador português de a ter violado numa suite de hotel em 2009 e de se ter aproveitado do frágil estado emocional para assinar um acordo em troca de 375 mil dólares, mais de 320 mil euros.

A queixa agora apresentada tenta anular os termos deste acordo e explica que Kathryn Mayorga não chegou a referir o nome de Ronaldo na altura não chegou a incriminar Ronaldo por receio das repercussões., nomeadamente dos fãs do futebolista português.

Em 2017 o jornal alemão Der Spiegel divulgou a história e uma entrevista prontamente contestada pelos advogados do Ronaldo, que a consideraram ilegal.

De acordo com o processo, quando a professora de 34 anos fez queixa às autoridades, fez também um exame médico para apurar se tinha sido vítima de abuso sexual. A polícia de Las Vegas diz agora que o ADN do kit que foi usado ainda pode ser analisado.

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