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"Não temos mais um euro para gastar", Rúben Amorim descarta chegada de mais reforços

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Técnico leonino acrescentou que não está preparado para perder Matheus Nunes.

O treinador do Sporting advertiu esta sexta-feira que o clube não tem dinheiro para ir ao mercado de transferências de futebol fazer contratações sem que exista qualquer saída, mas acrescentou que não está preparado para perder Matheus Nunes.

Em conferência de imprensa, em Alcochete, Ruben Amorim repetiu a ideia deixada no final do empate (3-3) em Braga, de que "foi tão óbvio" o que aconteceu que se tornou "fácil trabalhar esta semana", e explicou que os três golos sofridos se deveram, sobretudo, a falhas de concentração.

"Como disse, só sofremos três golos por três vezes em quase 100 jogos. Portanto, essa é a regra, isto foi a exceção. Geralmente são faltas de concentração, de agressividade, que podem acontecer em certos jogos. Sabemos onde errámos, agora a regra é que somos muito fortes defensivamente, somos disciplinados e é a esse patamar que vamos voltar", apontou.

Sobre o jogo de sábado, com o Rio Ave, Ruben Amorim revelou que "Paulinho também se lesionou hoje e não conta", mas disse desconhecer, ainda, a gravidade da lesão .E apesar do empate no primeiro jogo da época, o técnico mantém a convicção, avançada há uma semana, de que o início de época "pode ser sempre excelente".

"Ganhamos o próximo jogo [com o Rio Ave, em casa] e depois preparar o próximo [com o FC Porto, fora] e ganhar, pode ser sempre excelente. Se não for, estamos aqui para enfrentar as coisas, faz parte. O que quis dizer foi que qualquer tipo de começo, já não nos assusta", vincou o treinador 'verde e branco'.

Questionado na Academia Sporting, em conferência de imprensa, sobre o alegado interesse dos 'leões' no avançado do Gil Vicente Fran Navarro, Ruben Amorim frisou que não pode controlar o mercado e foi taxativo em relação a eventuais reforços para a sua equipa.

"Nós não temos mais um euro para gastar. Quando as pessoas falam que falta este jogador ou aquele, o que fazermos é usar a polivalência de alguns porque, de outra forma, não conseguiríamos manter os Matheus Nunes, os Potes. Nós fizemos o máximo que podíamos para manter a base", vincou o treinador.

Amorim já tinha assumido que o clube fez "opções muito arriscadas", ao preferir manter "um plantel muito curto, com vários jogadores da equipa, no sentido de "manter uma base" com jogadores fulcrais como o médio internacional português, mas prometeu adaptar-se às circunstâncias. "Não estou preparado para perder o Matheus Nunes. Se o Matheus Nunes sair, nos minutos a seguir estarei preparado para o Matheus Nunes sair. Nós arranjamos sempre solução para tudo. Só para a morte é que não há solução. Seremos sempre fortes", assumiu.

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