Para o comentador da SIC, este título mundial não foi um acaso, mas o prolongamento natural de um percurso consistente. A equipa chegou ao Qatar ainda embalada pela conquista do Europeu e soube aplicar a mesma identidade: organização, coragem e uma maturidade pouco comum nesta faixa etária.
"Foi realmente um momento épico. O próprio selecionador, Bino Maçães, já teve a oportunidade de sublinhar isso, que dificilmente no futuro outra seleção será capaz de igualar este duplo feito. Foi uma equipa muito personalizada, muito madura. Muito assente nesse triunfo no Campeonato da Europa, que soube também no Qatar espelhar todas essas virtudes", destaca.
Apesar dos talentos individuais que se destacaram ao longo da competição, João Rosado realça que foi o coletivo que verdadeiramente brilhou. Mérito do selecionador, Bino Maçães, mas também de um grupo de jogadores que assimilou por completo a sua mensagem e conseguiu transformar essa união num resultado histórico.