O Governo teria que pedir pela segunda vez a Bruxelas uma extensão do prazo de alienação do capital restante para lá da data limite para a venda, a 3 de agosto.
A solução pressupõe ainda uma negociação com a Direção-Geral da Concorrência europeia e um consequente encolhimento do banco em dimensão, número de balcões e trabalhadores.
Este é um cenário que só avançará numa fase posterior das negociações e é uma solução idêntica à que estava a ser negociada com o grupo chinês Minsheng.

