O Executivo quer assim reforçar o desconto de 15% aplicado há cerca de dois anos, com o objetivo de aumentar a competitividade económica das regiões.
Os agentes continuam, ainda assim, descontentes a negociação. Os empresários não consideram suficientes as reduções e acreditam que é mais "uma medida a reboque do medo daquilo que os pesados podem causar na atividade económica se resolverem parar".
Para além do mais, muitos criticam a medida por beneficiar apenas as transportadoras e excluir os veículos ligeiros de mercadorias e particulares.
Um dos porta-voz da Plataforma pela reposição das ex-SCUTna A23 e A25, Luis Veiga, recorda que após os estudos realizados para avaliar os efeitos da introdução das portagens no interior, em 2012, se concluiu a extinção de 4600 empregos e 330 empresas de 21 concelhos de Castelo Branco e Guarda.
