Economia

Aumentos do gás e da eletricidade também afetam instituições de solidariedade social

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A IPSS de Ílhavo viu aumentar em 47% a despesa com a luz e em 25% a despesa com o gás.

A lavandaria da instituição é um dos locais que consome mais eletricidade. As máquinas de lavar e secar em constante rotação, ferros de engomar ligados horas a fio, geram uma fatura alta, que no último ano aumentou quase 50%. E os aumentos não ficam por aqui.
Mafalda Cunha, diretora-geral do CASCI - Centro de Ação Social do Concelho de Ílhavo, explica que no último ano, a fatura da luz aumentou 47%, a do gás subiu 25%.
A organização tem seis centros, entre lares de idosos, creches, atividades ocupacionais e apoio a pessoas com deficiência. A direção já recebeu um email a avisar que vêm aí mais aumentos no gás e na luz.
Já conseguiu negociar os contrato de dois dos seis centros, e fixar preços para o próximo ano. Contudo, as ajudas extraordinárias que chegam do Governo, não chegam para compensar o aumento da despesa com energias.
Mafalda Cunha faz um apelo ao Governo para que atualize os valores das comparticipações por cada utente das IPSS. A instituição ainda investiu em 56 painéis fotovoltaicos, em lâmpadas LED, em concentrar serviços para racionalizar gastos. Porém, mesmo assim, a instituição não sabe como irá enfrentar o inverno.
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