Economia

Costa defende mecanismo comum para responder à crise provocada pela guerra

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Primeiro-ministro espera que União Europeia não repita erros antigos de soluções individuais

O primeiro-ministro diz que é fundamental avançar com um mecanismo comum para fazer face à escalada dos preços da energia e responder à crise provocada pela guerra na Ucrânia.

Em Praga, à chegada da primeira reunião da Comunidade Política Europeia, António Costa defendeu que parte do dinheiro da bazuca europeia deve poder ser canalizado para apoios às empresas.

Costa lembrou que, perante a crise pandémica, a UE foi capaz de "ultrapassar os limites da intervenção individual de cada um dos Estados e ter uma resposta conjunta".

Agora, a questão-chave, e essa é que é a discussão que temos de ter, é se vamos voltar a cometer o erro das crises [financeira e da dívida soberana] de 2008, e cada um toma as medidas por si, e em função das suas capacidades, ou aprendemos as boas lições da covid e percebemos que é fundamental termos um fundo comum para respondermos em conjunto a este desafio, que é um desafio global para todos nós.

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