Os beneficiários do Complemento Solidário para Idosos passam a ter acesso gratuito a medicamentos a partir deste sábado. A medida deverá chegar a cerca de 140.000 pessoas e é considerada muito positiva pelos utentes ouvidos durante a manhã deste sábado, em Portalegre. Aos cofres do Estado vai custar 10,4 milhões e meio de euros.
Com a receita eletrónica, o benefício é imediato. Quem chegue à farmácia para comprar medicação a partir de dia 1 de junho e esteja abrangido pelo Complemento Solidário para idosos não terá de pagar pelos medicamentos prescritos pelo médico. A única exceção acontece nas receitas manuais.
Este diploma do Governo é uma iniciativa dos Ministérios da Saúde e da Segurança Social que deverá chegar a 140.000 pessoas com rendimentos mais baixos. Os utentes encaram-na como uma ajuda muito importante.
E se é na farmácia que fica grande parte do orçamento dos mais desfavorecidos, esta ajuda traz agora algum alívio a quem mais precisa. A comparticipação a 100 por cento dos medicamentos prescritos a quem usufrui do complemento solidário para idosos faz parte do benefício adicional de saúde estipulado pelo governo e prevê-se que custe aos cofres do estado cerca de 10,4 milhões de euros.
